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domingo, 9 de junho de 2013

SOZINHA

Por Joana D'Arc Araujo

Sentada ao lado da solidão, 
distante do meu amado...
Fito perdida a rua que passa diante de tudo.
Minha voz calada, consente que não há remédio 
Pra essa solidão que desfila pela rua vagarosa.
Me acelera o coração ver-te ao longe, imaginário.
Mas a cansada frustração balança com o vento,
E firme e rude altera a minha visão.
Emoção perdida, choro na canção, 
Um clamor aflito por quem já é a minha vida.

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