Por Joana D'Arc Araujo
No ritmo do alvorecer
Desliza uma brisa, uma melodia...
Em cada momento é roubado
um suspiro, um abandono...
No ritmo do alvorecer
Desce uma saudade, uma sinfonia...
Rompe-se uma barreira
De um sussurro, de uma parede...
No ritmo do alvorecer
Desnuda um coração, um acalento...
Oferece-me uma face rubra
Que desliza, desce
E desnuda meu corpo.

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