Por Ferreira Gullar
Como pode uma coisa ambígua
e duvidosa
Ganhar a fúria das tempestades?
Mas essa é a natureza do amor,
Comparável à do vento:
Fluído e arrasador.
É como o vento, também, às vezes doce,
Brando, claro, bailando alegre
Em torno de seu oculto núcleo de fogo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário