"Só,
Palavra fingida, palavra inútil!
Pois quem sente saudade
Nunca está sozinho,
E a gente tem saudade de tudo nesta vida...
De tudo!
De uma espera por uma tarde azul de primavera;
De um silêncio,
Da música de um pé cantando pela escada;
De um véu erguido, de uma boca abandonada,
De um divã, de um adeus, de uma lágrima até! "
Palavra fingida, palavra inútil!
Pois quem sente saudade
Nunca está sozinho,
E a gente tem saudade de tudo nesta vida...
De tudo!
De uma espera por uma tarde azul de primavera;
De um silêncio,
Da música de um pé cantando pela escada;
De um véu erguido, de uma boca abandonada,
De um divã, de um adeus, de uma lágrima até! "

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